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Argumento de MARK MILLAR e arte de WILFREDO TORRES, DAVID GIANFELICE, CHRIS SPROUSE et. al.
Solitários. Alcoólicos. Infiéis. Dissimulados. Ciumentos. Perfeitos.
Mesmo os nossos pais foram jovens em tempo.
Na América da era dourada dos anos 50, os maiores super-heróis do mundo triunfam sobre ameaças cósmicas em batalhas épicas, mas são diariamente testados nas suas lutas privadas. Os acontecimentos sociais e políticos daqueles anos vão ter um custo pessoal pesado, à medida que as desconfianças e a traição ensombram relacionamentos que pareciam eternos.
Mark Millar é o escritor de muitas séries de comics aclamadas, muitas das quais já foram adaptadas ao grande ecrã, estando muitas outras em adaptação para o cinema, e, depois da recente aquisição da Millarworld pela Netflix, para a televisão. A G. Floy tem vindo a editar uma parte importante da sua obra de BD independente, com inúmeros títulos já publicados, como O Legado de Júpiter, Kick-Ass, Huck, Kingsman, Némesis, etc...
O Círculo de Júpiter é a prequela de O Legado de Júpiter, e faz os leitores voltarem à era dourada dos comics, de Hollywood e dos super-heróis, uma era idealizada, mais pura e ingénua e mais... negra, cínica, terrível? Com O Círculo de Júpiter, Millar conta a história da primeira geração de seres humanos com super-poderes, e explica a origem dos conflitos, ressentimentos, e rivalidades entre eles, que pudemos observar em O Legado de Júpiter. Mais mais do que mostrar uma era ideal, Millar confronta os leitores com o facto de que a era dourada não foi de ouro, que preconceitos de raça, de género, de ideais políticas, moldaram e desfiguraram as acções das suas personagens, pelo meio de cenas de sexo, bebedeiras e drogas, enganos e traições.
“Todas as gerações falam das que as precederam como sendo maiores, a melhores, como gerações que devem ser idealizadas e veneradas”, diz Millar. “Mas elas eram tão estúpidas como a nossa. E fiquei fascinado com esta ideia de mostrar os pais dos protagonistas como os jovens.” O resultado é uma história de super-heróis a comportarem-se como tudo menos supers, numa saga ao mesmo tempo épica e melancólica, terrível e negra. No mundo de O Círculo de Júpiter não existe super-poder capaz de combater o racismo, o sexismo, o ciúme e a inveja, e a homofobia.
A arte de O Círculo de Júpiter está a cargo de uma mão-cheia de desenhadores que procuraram recriar um estilo limpo, directo, que evoca a Silver Age dos comics, com os seus toques de pop-art, “cujos heróis parecem que saíram do cérebro do Roy Lichtenstein” (Alex Abad-Santos, Vox). Wilfredo Torres é um dos principais desenhadores da série, com uma carreira já longa por várias editoras americanas (Dynamite, DC, Dark Horse, Marvel, etc...); tal como ele, os outros desenhadores da série colaboram pela primeira vez com Mark Millar neste livro. David Gianfelice é um artista italiano com carreira nos fumetti, mas com trabalhos assinados também na Marvel, e na Vertigo (Northlanders). E Chris Sprouse é bem conhecido dos fãs de comics pelo seu trabalho em inúmeros títulos e séries, mas sobretudo em Tom Strong, com Alan Moore, uma personagem que evoca de certa maneira o mundo aparentemente inocente e brilhante de O Círculo de Júpiter.
“O Círculo de Júpiter é o Mad Men da banda desenhada.”
- Vox
O CÍRCULO DE JÚPITER
Reúne a série completa de JUPITER’S CIRCLE #1-12.
Formato deluxe, capa dura, 296 pgs. a cores.
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Argumento de MARK MILLAR e arte de STEVE McNIVEN
Quem é Némesis?
Ele é o herdeiro de uma família privilegiada e de milhares de milhões que os seus falecidos pais lhe deixaram. Dono de uma frota de carros espectaculares, de um hangar cheio de aviões e de gadgets tecnológicos sempre às suas ordens. E decidiu vestir uma máscara e uma capa, e tornou-se num cavaleiro de branco numa luta implacável por uma causa em que acredita.
Mas se pensam que esta é uma história que já ouviram antes... pensem outra vez! Isto vai ser completamente diferente de tudo o que leram assim que virarem a primeira página. Némesis é o relato das fantasias mais violentas de um vilão para acabar com todos os vilões, um redemoinho de ultra-violência, caos e humor negro, que só a mente louca de Mark Millar (Kick-Ass, Kingsman: Serviço Secreto) poderia imaginar.
Os autores por trás de sucessos como Velho Logan e Marvel: Guerra Civil regressam com uma história louca de um homem em busca de vingança!
Mark Millar é o escritor de muitas séries de comics aclamadas, muitas das quais já foram adaptadas ao grande ecrã, estando muitas outras em adaptação para o cinema, e, depois da recente aquisição da Millarworld pela Netflix, para a televisão. A G. Floy tem vindo a editar uma parte importante da sua obra de BD independente, com inúmeros títulos já publicados, como O Legado de Júpiter, Kick-Ass, Huck, Kingsman, Némesis, etc... O Canadiano Steve McNiven estreou-se na falecida editora CrossGen, onde deu logo nas vistas, mas foi na Marvel que assinou os seus grandes sucessos, alguns em colaboração com Mark Millar, como Guerra Civil ou Velho Logan. Tem desenvolvido a sua carreira na Casa das Ideias, com poucas incursões fora da editora, de que Némesis é a principal.
E se o Batman fosse o Joker? E se o milionário ultra-talentoso se transformasse no vilão, e não no herói? E num vilão vestido de cavaleiro branco! É essa a premissa de Némesis, numa história recheada de humor negro, de uma espécie de Batman ou James Bond contra um Comissário Gordon, um bilionário maléfico que se entretém a escolher um chefe de polícia diferente cada ano, e a destruir-lhe a vida e a cidade. E do que acontece a seguir...
“Uma história fantástica, e se acham que lhe falta compaixão... é porque o mundo não é feito de boas intenções, mas de egoísmo e orgulho. A estabilidade da sociedade moderna é tão artificial quanto os edifícios que um terrorista pode destruir com facilidade!”
Nicholas Yanes - SciFiPulse.net
Reúne a série NEMESIS #1-4.
Formato deluxe, capa dura, 112 pgs. a cores.
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Argumento de MARK MILLAR e arte de RAFAEL ALBUQUERQUE
Numa pequena e pacata vila da costa americana, Huck, o funcionário da bomba de gasolina, usa em segredo os seus talentos muito especiais para fazer uma boa acção por dia. Mas quando a história dele se começa a espalhar, ele transforma-se em notícia principal pelo país todo, e recebe a fama que sempre evitou. E, à medida que começam a emergir elementos do passado de Huck, ele deixa de perceber em quem pode confiar ou não, e que há vidas em perigo.
Da aclamada e premiada dupla criativa de MARK MILLAR (Kick-Ass, Guerra Civil) e RAFAEL ALBUQUERQUE (American Vampire, Batgirl), uma das histórias mais genuínas e surpreendentes da década. Millar explicou as razões pelas quais escreveu Huck num artigo que se intitulava “Como Homem de Aço [o filme] me traumatizou de tal maneira que decidi escrever Huck”, como uma espécie de reacção a um excesso de violência e de “lado negro” dos comics e dos filmes neles baseados. Millar ele próprio escreveu a sua quota parte de histórias ultra-violentas, basta lembrar Kick-Ass, p.ex.! Mas por uma vez, decidiu fazer algo diferente.
“Ver o Super-Homem a partir o pescoço do General Zod no filme chocou-me, e fez-me pensar se não teríamos ido finalmente até ao fim da linha em termos de violência nos super-heróis. (...) Para mim a moral dos comics de super-heróis era que eles podiam fazer quase tudo com os seus poderes, mas no fim escolhiam ser bons. (...) Gostava que Huck lembrasse aos meus leitores que quando nos vestíamos de super-heróis em crianças, não era para sermos os mauzões, os bad-ass, não era por eles serem violentos e cruéis. Quero que Huck funcione como um antídoto aos anti-heróis, e acho que é uma experiência muito interessante nesse sentido.”
Mark Millar é o escritor de séries de comics aclamadas como Kick-Ass, Kingsman: Serviço Secreto, O Legado de Júpiter e O Círculo de Júpiter, Nemesis, etc.... Muitos destes livros já foram adaptados ao grande ecrã, e muitos outros estão em adaptação para o cinema, e depois da recente aquisição da Millarworld pela Netflix, para a televisão, incluindo livros que escreveu para a Marvel no passado, como Wolverine: Old Man Logan (Velho Logan) e Civil War (Guerra Civil) - a série de super-heróis mais vendida em quase duas décadas.
Rafael Albuquerque venceu já vários prémios Eisner e Harvey, e é o co-criador da série best-seller do New York Times American Vampire (DC Comics/Vertigo), escrita por Scott Snyder e Stephen King, e de Ei8ht, da Dark Horse. Rafael já trabalha na indústria de comics desde o início dos anos 2000, e tem trabalhos assinados para a maioria das editoras americanas, tendo ilustrado séries populares como Batman, Wolverine, Animal Man, e mais recentemente Batgirl. Fez parte do relançamento da Millarworld na NETFLIX, tendo ilustrado um arco de história para a nova série de Hit-Girl, e a mini-série Prodigy.
Reúne os números #1-6 de Huck
Formato deluxe, capa dura, 160 pgs. a cores.
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Argumento de MARK MILLAR e arte de GREG CAPULLO
Quando morrerem não vão para o Céu... vêm para aqui..
Para onde vamos quando morremos? Bonnie Black é uma mulher velha e doente, que adormece todas as noites no seu quarto de hospital angustiada com a possibilidade de morrer sem saber o que a espera no além. Mas, depois de morrer, vai acordar num mundo de ficção científica como nunca tinha imaginado - um mundo mágico assolado por uma guerra eterna. O pai dela - e o cão que teve em criança - estão lá, e juntos, terão de partir numa viagem tremenda em busca do seu marido, assassinado há mais de uma década.
Mark Millar, o argumentista por trás de sucessos como Kick-Ass ou Serviço Secreto, junta-se ao artista Greg Capullo, célebre pelo seu Batman, numa aventura de proporções épicas.
Mark Millar é o escritor de séries de comics aclamadas como Kick-Ass, Kingsman: Serviço Secreto, O Legado de Júpiter e O Círculo de Júpiter, Nemesis, etc.... Muitos destes livros já foram adaptados ao grande ecrã, e muitos outros estão em adaptação para o cinema, e depois da recente aquisição da Millarworld pela Netflix, para a televisão. O seu trabalho para a DC inclui o aclamado Superman: Red Son (em português Super-Homem: Herança Vermelha), e para a Marvel Comics criou The Ultimates (Os Supremos), Wolverine: Old Man Logan (Velho Logan) e Civil War (Guerra Civil) - a série de super-heróis mais vendida em quase duas décadas.
Greg Capullo é um dos mais aclamados artistas de banda desenhada da actualidade, em particular depois dos incríveis cinco anos que passou como artista principal na revista Batman, para a DC Comics (várias vezes best-seller do New York Times). O seu trabalho em Reborn foi também tremendamente aclamado pela crítica. Antes do seu período como desenhador do Batman, tinha-se tornado já famoso pelos oito anos como desenhador da revista Spawn, na Image Comics. É também criador de The Creech, um comic de terror, e produziu muita da arte para os visuais de World of Warcraft, da Blizzard Entertainment. Vale a pena acrescentar que Capullo é secundado neste livro por dois dos seus colaboradores habituais, que ajudam a assegurar a tremenda qualidade do seu trabalho: o arte-finalista Jonathan Glapion e o colorista FCO Plascencia.
Reborn/Renascidos está neste momento em adaptação para filme, com a actriz Sandra Bullock e o realizador Chris McKay (The Lego Movie) como produtores executivos. O filme tem estreia marcada para finais de 2019 ou inícios de 2020, e será um dos primeiros a adaptar uma história de Mark Millar para a Netflix.
“RENASCIDOS é uma obra-prima. Misturando ficção científica e fantasia, Mark Millar e Greg Capullo servem-nos uma visão única da vida depois da morte, e provam que estão no topo da sua criatividade.”
comicsverse.com
Renascidos
Reúne os números #1-6 de Reborn.
Formato deluxe, capa dura, 176 pgs. a cores.